Cantinho da poesia XLV

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Viver pelos que me amam

Pelos que me julgam justo

Pelo Céu que sorrí sobre mim

e aguarda minha alma também.

Pela causa carecida de assistência

Pela injustiça  carecida de resistência

e pelo bem que possa fazer.

Para tanto, é preciso ser suave e forte

Não andar sobre trilhos

Não ser submetido a nada predeterminado

Não ser pessoa estacionada ou estagnada

Pois o espírito é quem comanda o corpo.

Bem sei que, felicidade não é estado pleno

Assim, é preciso viver apenas de momentos

Em síntese, ser devoto de uma Unidade – DEUS.

Cantinho da poesia XLIII

A SOMBRA DA COMPETENCIA

Surgida do país das maravilhas

No seu reinado de encantos e de surpresas

Desnorteia até a própria realiza

Com peripécias na labuta costumeira

Dedicada a tantas causas a vida inteira

Superando muitas vezes a exaustão

Virtuosa por atos de intercessão

Na escalada da Colina dos Amantes

Ver-se estampado em seu olhar, em seu semblante Raros momentos de eterna singeleza Segue a rotina dos dragões do paraíso

Na convivência entre a blebe e nobreza.

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Cantinho da poesia XLI

COLINAS DOS AMORES  

refúgio das ninfas

Desde os primórdios dos tempos

Nas mentes e nos corações

Ou nos momentos de aflições

O refúgio é o ‘LE MOULIN’

Se no princípio do fim

De um pacto desastroso

Um simples encontro amoroso

Joga os conflitos p’ro chão

Berço de amor e de paixão

Recanto de aconchego e fantasias

Apogeu de momentos de orgias

Sua fama está na terra e nas estrelas

Como empresa de serviços é pioneira

Erguida e planejada para a vida

Testemunha ocular da paz sentida

Por tanta gente abraçada em comunhão.

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Cantinho da poesia XXXVIII

CLEÓPATRA BRASILEIRA

Nas cidades em que vivi

Nos lugares onde passei

As belezas que encontrei

Estão nas coisas que sentí

Não ganhei, nada perdi

Só me envolvi em quimeras

Nesses anos eu bem quizera

Ter conhecido a Verinha

Sensual e malandrinha

Meiga, dengoza e singela

A mais pura das donzelas

Tem tudo o que a gente gosta

E quem não quer uma amostra

Desta amável companheira

A Cleópatra brasileira

Quem ornamenta o meu mundo

Faz sorrir os morimbundos

Levantar os aleijados

Acender os apagados

Não a esqueço um segundo.

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