Bangladesh – Ásia


REGIÃO ONDE OS ILLUMINATI PRETENDEM POR EM PRÁTICA SEUS PLANOS DIABÓLICOS PARA EXTINÇÃO DA RAÇA HUMANA

um país com poucas elevações acima do nível do mar, com grandes rios em todo seu território situado ao sul da Ásia. Sua costa é uma imensa selva pantanosa de 710 km de comprimento, limitando ao norte do Golfo de Bengala. Formada por uma grande planície formada pelo delta dos rios Ganges, Bramaputra e Meghna e seus afluentes, as terras de aluvião do Bangladesh são muito férteis, uma vez que são vulneráveis à inundações e à seca.

As únicas montanhas fora da planície são os trechos de colinas de Chittagong no sudeste do país, onde situa-se o antigo ponto culminante do país (Keokradong, com 983 m de altura), medido por GPS, que anteriormente teria 1,230 m antes dos recursos dessa tecnologia, e atualmente o ponto mais alto no Mowdok Mual (ou Saka Haphong), com seus 1,052 m na fronteira com Myanmar, comprovado também por medições de GPS; e na Região de divisão de Sylhet, na fronteira com a Índia a nordeste.

Próximo ao trópico de Câncer, Bangladesh tem um clima subtropical de monções, caracterizado pela temporada de intensas chuvas anuais, temperaturas moderadamente calorosas e uma grande umidade.

SOL ARTIFICIAL

Em março deste ano, pesquisadores chineses informaram que o “tokamak HL-2M” ? um dispositivo projetado para replicar a fusão nuclear, a mesma reação que alimenta o Sol ? seria construído antes do fim de 2019. Agora, o cientista Duan Xuru, responsável pela equipe que trabalha no desenvolvimento do “Sol artificial”, afirmou que a construção está conforme o planejado, mas que o dispositivo deve entrar em operação na China somente em 2020.

A fusão nuclear envolve a união de dois núcleos atômicos mais leves para formar um núcleo mais pesado, uma reação que libera uma enorme quantidade de energia. No Sol, onde as temperaturas do núcleo atingem cerca de 15 milhões de graus Celsius, os núcleos de hidrogênio se combinam para formar hélio. Para recriar isso na Terra, os cientistas devem aquecer o combustível a temperaturas acima de 100 milhões de graus Celsius.

O funcionamento desse dispositivo deverá ser um marco para a comunidade científica. A ideia da equipe envolvida no projeto é fazer da fusão nuclear uma opção viável de energia na Terra, com isso, a humanidade teria uma fonte de energia limpa quase ilimitada

CIENTISTAS TRABALHAM EM PAINEL SOLAR LÍQUIDO

Ideia é pulverizar o material em casas, pontes e arranha-céus para que energia solar seja convertida em energia elétrica sem a necessidade da instalação de painéis específicos
Uma equipe de pesquisadores da Universidade da Flórida desenvolveu uma inteligência artificial (IA) que aperfeiçoou um líquido especial chamado “perovskita”, que pode ser usado para criar verdadeiros painéis solares líquidos. A ideia é pulverizar o material em locais como pontes, casas e arranha-céus. Após o processo, as células começam a captar a luz e transformá-la em energia para alimentar uma rede elétrica.

As chamadas “células solares de perovskita” (PSCs) podem transformar a luz solar em energia, assim como os painéis à base de silício. Essas células podem ser processadas em estado sólido ou líquido, o que garante diversas opções para sua aplicação.

Entretanto, o material é difícil de fabricar e de ser aplicado em superfícies estáveis e utilizáveis. Os cientistas tiveram a ideia há mais de uma década, mas só agora conseguiram realizar diversas pesquisas para criar uma fórmula que desse certo.

A resposta para esse dilema de criação parece ter sido encontrada por um sistema criado pelos próprios cientistas. Ao alimentar um algoritmo com centenas de dados de publicações sobre o “perovskita”, o sistema foi capaz de prever quais combinações funcionariam melhor. A equipe espera que a técnica desenvolvida pela IA ofereça um material flexível e eficaz para baratear os custos da implementação de painéis solares.

Mesmo com o avanço, mais pesquisas ainda são necessárias. “Nossos resultados demonstram que as ferramentas de aprendizado de máquina podem ser usadas para criar matérias altamente eficientes”, disse Jayan Thomas, um dos principais envolvidos na pesquisa

NAVE SOYUZ É LANÇADA COM 5 SATÉLITES AOS EXOPLANETAS

A nave russa Soyuz foi lançada nesta quarta-feira (18) da Guiana Francesa para colocar em órbita o telescópio da Agência Espacial Europeia (ESA) Cheops, destinado à pesquisa de exoplanetas, o satélite italiano de observação da Terra Cosmo-SkyMed e outros três aparelhos espaciais.

De acordo com transmissão ao vivo organizada pela empresa francesa Arianespace, o lançamento ocorreu no horário previsto, às 5h54 (horário de Brasília), no Centro Espacial da Guiana. A missão terá duração de cerca de 4 horas e 13 minutos. A expectativa é de que o Cheops (CHaracterising ExOPlanet Satellite) analise os exoplanetas já identificados para que os dados ajudem a obter informações sobre sua densidade, um primeiro passo para entender as condições de vida extraterrestre.

A bordo do foguete também estão o Angels, primeiro nanossatélite produzido e financiado pelo Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES) francês, que é um demonstrador tecnológico para uma nova geração de satélites que a França pretende lançar em órbita a partir de 2022; o Eyesat, também financiado pelo CNES; e o Ops-Sat, em nome da ESA, que contém o computador mais poderoso já colocado em órbita e projetado para experimentar o software.

O lançamento foi agendado inicialmente para o dia 17 de dezembro, mas a Agência Espacial Europeia anunciou na véspera a alteração da data devido a problemas no acelerador Fregat do lançador de foguetes

GUARANI E TUPI BATIZA UM NOVO PLANETA E SUA ESTRELA

União Astronômica Internacional convidou mais de 110 países para o batismo de exoplanetas
Dois corpos celestes, um planeta e uma estrela, foram descobertos em 2001 e receberam os nomes de “HD 23079 b” e “HD 23079”, respectivamente. Agora, eles foram rebatizados com nomes bem mais agradáveis, principalmente para os brasileiros.

“Guarani” e “Tupi”, esses são os novos nomes do planeta e de sua estrela, respectivamente. Em 2019, a União Astronômica Internacional (IAU) completou 100 anos e convidou mais de 110 países para o batismo de exoplanetas, aqueles localizados fora do Sistema Solar.

No Brasil, a campanha “NomeieExoMundos” – NameExoWorlds – começou em abril deste ano com a formação de uma comissão de especialistas, que estabeleceu regras para a aceitação de nomes.

Foram recebidas 977 sugestões entre junho e setembro de 2019, das quais a comissão separou 14 para votação do público. Dos 7 mil votos, “Guarani” e “Tupi” foram os vencedores com 15% deles.

A IAU informou, em nota, que “em reconhecimento ao Ano Internacional das Línguas Indígenas promovido pela ONU em 2019, os falantes de línguas indígenas foram incentivados a propor nomes dessas línguas, e algumas dezenas de nomes selecionados são de etimologia indígena”.

Outros planetas e estrelas também foram batizados por outros países, confira:

Irlanda: o exoplaneta HAT-P-36b foi batizado de “Bran”, enquanto a estrela HAT-P-36 foi chamada de “Tuiren”. Os nomes são referência aos cães mitológicos da lenda irlandesa “O Nascimento de Bran”.
Argentina: o exoplaneta HD 48265b foi batizado de “Naqaya”, enquanto a estrela HD 48265 recebeu o nome de “Nosaxa”. Os nomes foram sugestão do líder da comunidade indígena Moqoit e significam “irmão-família-parente” e “primavera”, no idioma Moqoit.
Eric Mamajek, copresidente do Comitê Gestor “NameExoWorlds” afirmou: “As observações astronômicas levadas até agora descobriram mais de 4 mil planetas ao redor de outras estrelas – os chamados exoplanetas”.

“Enquanto os astrônomos catalogam suas novas descobertas usando designações semelhantes a números de telefone, tem havido um interesse crescente entre os astrônomos e o público em também atribuir nomes próprios, tal como é feito para os corpos do Sistema Solar”, completou Mamajek.

EMPRESA CRIA PRIMEIRO DRONE MILITAR EQUIPADO COM METRALHADORA

Equipamento consegue fazer até 15 disparos de uma só vez e atingir alvos pequenos a mais de 200 metros de distância com precisão.

Songa pode fazer até 15 disparos de uma só vez
Reprodução YouTube/ Asisguard
Songa pode fazer até 15 disparos de uma só vez
A empresa turca Asisguard desenvolveu o primeiro drone equipado com uma metralhadora automática. Outros modelos projetados para guerra podem lançar ou detonar explosivos, mas não atiram com uma arma de fogo.

O Songa pesa 25 quilos e é mantido no ar por oito hélice. Seu motor elétrico pode voar a até 2,5 quilômetros de altura e percorrer um trajeto de até 10 quilômetros sem perder o contato com o ponto de controle.

A arma instalada no drone pode ser carregada com até 200 projéteis e fazer 15 disparos de uma só vez. Segundo a fabricante, o equipamento militar consegue atingir um alvo de até 15 centímetros a uma distância de 200 metros.

Um dos desafios do projeto é manter a estabilidade do drone e a precisão dos ataques a cada disparo. Para resolver essa questão, câmeras e sensores corrigem no ar e a direção do ataque ainda em voo.

A próxima versão do Songa deverá ser ter uma mira mais precisa do que o modelo atual. A Asisguard pretende que alvos a mais de 400 metros de distância sejam atingidos.